Mas, há algumas semanas, tenho me interessado cada vez mais pelo que vivi naquela época.
E como vivi.
Minha infância e parte da adolescência passei assistindo as novelas da Globo – Roque Santeiro, Vamp, Vereda Tropical, Tieta – aprendendo a gostar de música na explosão do rock nacional, lendo os gibis da Turma da Mônica, conhecendo e não perdendo o Chaves na hora do almoço.
Sem contar nos filmes dos trapalhões, os jogos de bafo com figurinhas do Campeonato Brasileiro ( ou Copa União), os comerciais e jargões inesquecíveis, as célebres Playboys na época “proibidas”, os enlatados americanos, os sucessos De Volta para o Futuro, Os Goonies, Indiana Jones.
Sem contar nos filmes dos trapalhões, os jogos de bafo com figurinhas do Campeonato Brasileiro ( ou Copa União), os comerciais e jargões inesquecíveis, as célebres Playboys na época “proibidas”, os enlatados americanos, os sucessos De Volta para o Futuro, Os Goonies, Indiana Jones.
E outro dia passando pelo Submarino vi a “bíblia” dos 80’s, o Almanaque dos Anos 80, por R$9,90.
Comprei um livro que já tinha folheado várias vezes. Só pelo prazer de ter mesmo.
Para completar, no Shopping OI, a Meca dos genéricos em BH, fui atrás do DVD da Festa Ploc após exaustiva e infrutífera caça na internet.

E ainda adquiri o show da Multishow Anos 80, a festa.

Felizes aqueles que puderam assitir a De Volta para o Futuro, tentarem lutar como Daniel San, amaram ou odiaram os Menudos.
Hoje, tudo isso parece brega.
Mas que era bom, ah isso era!